sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

MENSAGEM SER CRIANÇA...

"Ser criança é acreditar que tudo é possível.
É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco
É se tornar gigante diante de gigantescos pequenos obstáculos


Ser criança é fazer amigos antes mesmo de saber o nome deles.
É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.

Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.
Ser criança é o que a gente nunca deveria deixar de ser."


(Gilberto dos Reis)

Dinâmica do Balão

Brincadeiras que nos fazem refletir e repensar a nossa prática.

Dinâmica do balão: Cada participante receberá um balão e deverá encher e utilizando um pincel escrever uma das funções do cargo que exerce. Todos devem levantar e começar a jogar o seu balão para cima, sabendo que não pode deixar seu balão cair. E quem esta dirigindo a brincadeira vai pedindo aos poucos para que as pessoas voltem a sentar e deixem o seu balão para o grupo que não poderá deixar o balão cair e assim fazer até achar necessário. 

MOMENTO DE REFLEXÃO:
  • É fácil não deixar o balão cair?
  • Eu fiquei só preocupada com o meu balão?
  • Eu ajudei meu colega? Ou fiquei observando que o balão dele estava caindo ?
  • Eu posso cuidar do meu balão e ajudar meu colega com o dele?
  • Eu consigo segurar todos os balões sozinhos?

                 Mensagem:Os Gansos 


 Ao emigrar em busca de lugares mais quentes, os gansos voam na típica formação em “V”. Sabe por quê?

Quando um ganso bate as asas cria um vácuo para o pássaro seguinte. Voando na formação em “V”, o bando inteiro tem o seu desempenho 71% melhor do que se cada um voasse sozinho.
Lição: As pessoas que dividem uma direção em comum e têm senso de comunidade chegam mais rápido e mais facilmente a seu destino, porque estão viajando baseadas na confiança.

Sempre que um ganso sai da formação, sente imediatamente a resistência por tentar voar sozinho e, rapidamente, volta para a formação, aproveitando o vácuo deixado pela ave imediatamente à sua frente.
Lição: Se tivermos sensibilidade e bom-senso, permaneceremos alinhados e unidos com aqueles que buscam o mesmo objetivo, e nos disporemos a aceitar a sua ajuda, assim como prestar a nossa ajuda quando necessário. A força, o poder e a segurança aumentam quando seguimos na mesma direção daqueles com quem dividimos um objetivo em comum. As metas serão alcançadas mais fácil e rapidamente.

Quando o ganso líder se cansa, muda para trás na formação e, imediatamente, um outro ganso assume o lugar, voando para a posição da ponta.
Lição: Todos devem apoiar nas tarefas mais pesadas e compartilhar a liderança. Compartilhar e combinar dons, talentos e recursos. Não é preciso ser “chefe” para ser líder. O verdadeiro líder se conhece pelas suas atitudes. As pessoas, assim como os gansos, são dependentes umas das outras.

Os gansos de trás grasnam para encorajar os da frente, e aumentar a velocidade.
Lição: Quando há encorajamento o progresso é maior. Todos precisam ser encorajados com elogios e palavras de ânimo, inclusive o líder.

Finalmente, quando um ganso adoece ou está ferido, e cai, dois gansos saem da formação e o seguem, para ajudá-lo e protegê-lo. Eles ficam com ele até que seja capaz de voar novamente, e depois começam uma nova formação ou partem em busca de seu grupo.
Lição: Numa equipe, todos podem passar por dificuldades e precisarão apoiar-se mutuamente.           

Se nos mantivermos um ao lado do outro, apoiando-nos mutuamente. Se tornarmos realidade o espírito de equipe. Se apesar das diferenças pudermos formar um grupo humano para enfrentar qualquer tipo de situações. Se entendermos o verdadeiro valor da amizade. Se tivermos consciência do sentimento de partilha. A vida será mais simples, trabalhar em equipe vai ser prazeroso, alcançaremos as metas e objetivos, e todos ficarão felizes.

(Marco Fabossi)




PARABÉNS AO PEDAGOGO GUILHERME RODRIGUES DOS SANTOS PELO TRABALHO REALIZADO COM SUA EQUIPE NA CRECHE BRILHO DE TURMALINA DE GOVERNADOR VALADARES - MG.

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Combinados da Turma em pequenos cartazes

Sugestão de combinados da turma, prontinhos só baixar e imprimir.









Projeto: Eu Cheguei na Creche

PROJETO: Eu Cheguei na Creche



Problema:
De que maneira realizar momentos de prazer onde a ausência dos familiares seja amenizada?
Justificativa:
Os primeiros dias no CEI geram expectativas, ansiedade, insegurança, angustia medo e duvidas em pais professores e crianças. Considerando esse momento muito importante é fundamental desenvolver um trabalho que facilite a transição do ambiente familiar ao CEI planejando atividades que garantam uma inserção gradativa envolvendo todos em um ambiente objetivo e acolhedor. Criar um ambiente saudável onde a criança ira permanecer por varias horas longe de seus familiares ambiente este que devera suprir a dependência tanto física quanto o emocional em relação ao adulto nas rotinas de cuidados (higiene, limpeza, saúde).
            Desta forma a criança inicia suas experiências com o mundo físico e social, onde estabelece interações com o grupo de pessoas para se desenvolver.

Objetivo Geral: Oferecer tranquilidade e fazer com que todos se sintam seguros, pois é um momento de conhecimentos e construção de vínculos afetivos entre as crianças, professoras, instituição e familiares a fim de que todos possam conhecer e viver novas experiências, expressando seus sentimentos e emoções livremente.
Objetivos específicos:
Promover confiança no ambiente da instituição vivenciando um processo de adaptação;
Brincar com as demais crianças do grupo da instituição a fim de interagir e socializar-se;
Manipular diferentes objetos e materiais explorando características e possibilidade de manuseio;
Estabelecer comunicação através da linguagem oral e corporal a fim de interagir com o adulto ou com outra criança.
Conteúdos:
Eu e o outro, adaptação, família e exploração (identidade e autonomia).
Coordenação motora corpo humano e sensações (movimento).
Comunicação, linguagem oral e corporal (linguagem)
Exploração de diferentes tipos de materiais, fazer artístico (artes visuais)
Expressão oral e corporal, ritmos e gêneros musicais (musica)
Família (natureza e sociedade).
Metodologia
-Cantar fazer gestos, dançar utilizando recursos como rádio, CDS, etc...
-Sentar no chão e participar das brincadeiras (interferindo ou não em sua escolha.)
-Manusear objetos coloridos e sonoros para chamar atenção.
-Evitar ao máximo que as crianças chorem deixa-las mais tranquilas possíveis no ambiente que se encontram.
-Alimenta-las e higieniza-las adequadamente sempre buscando o bem estar enquanto permanecerem no CEI.
-Sempre que possível leva-las a outros ambientes, salas corredores e solário.
-Dar banho sempre que necessário possibilitando um contato maior com a criança e proporcionado prazer e descontração neste momento.
-Cuida-las com muito afeto e carinho para que ela sinta se amada e protegida.
-Confecção de uma lembrança.
-Confecção de mural para enfeite da sala onde se torne um ambiente aconchegante.
Cronograma:
Este projeto devera ser trabalhado o ano inteiro, pois o fluxo de crianças no berçário I é constante.
Avaliação:
-Reconhece pessoas do seu convívio.
-Manifesta confiança no ambiente da instituição.
-Reconhece som do seu próprio nome.
-Explora sons, texturas e imagens.
-Chora e ri demonstrando sentimentos.
-Movimenta-se ao ouvir diferentes sons.
-Manipula brinquedos e materiais sonoros emitindo sons.
-Demonstra espontaneidade ao movimentar seu próprio corpo.

Projeto de Adaptação

PROJETO: ADAPTAÇÃO - MATERNAL 

TURMA: 
PROFESSORAS:

PROJETO: ADAPTAÇÃO MATERNAL 


JUSTIFICATIVA: Os primeiros dias na creche geram expectativas, ansiedade, insegurança, angústias, medos e dúvidas em pais, crianças, professores e funcionários. Considerando esse momento muito importante, é fundamental desenvolver um trabalho que facilite a transição do ambiente familiar ao o da instituição (creche), pensando e planejando atividades que garantam uma inserção gradativa, envolvendo todos em um ambiente afetivo e acolhedor.
OBJETIVO GERAL:
Proporcionar um ambiente agradável e acolhedor, visando o bem-estar das crianças e seus familiares.

Objetivos Específicos:
*Familiarizar a criança aos espaços do CEI e sua rotina;
*Propiciar um ambiente seguro para que a criança possa manifestar suas emoções e necessidades;
*Construir laços de afetividades entre crianças e professoras;
*Elaborar oralmente e coletivamente regras de convivência;
*Proporcionar uma adaptação tranquila, buscando entrar no ritmo e na rotina do CEI;
*Situar-se e orientar-se nos espaços físicos do Creche
*Aprender a ter autonomia com seus pertences;
*Participar de todas as atividades do Creche;
*Começar a utilizar os banheiros e deixar progressivamente das fraldas.

Conhecimentos Prévios:
*Ficarei com as professoras e com os coleguinhas;
* Irei para casa com papai ou mamãe;
*Brincarei...

Duvida:
*Mamãe e papai vão demorar?

Conteúdos:
Conversar, dialogar, nomear pessoas em geral, cantar contar histórias , etiquetar  caixas, armários expor letras de músicas(Linguagem Oral);
Orientação espacial, percurso de trajeto, localização (Matemática);
Apresentação de funcionários e coleguinhas (Natureza e Sociedade);
Pintura, desenho livre, modelagem, colagem, fantoches (Artes Visuais);
Dança (Movimento);
Diferentes tipos de sons e músicas diversos estilos (Música).

Metodologia:
Massinha, fantoches, contação de histórias, rasgar, colar, folhear, pintar com guache e lápis de cor, passeios pelos ambientes do CEI, músicas em geral, dança.

Cronograma: 3 semanas

Avaliação:
A adaptação da turma do maternal  foi tranquila, pois a maioria das crianças já frequentava o CEI nos anos anteriores. As crianças novas receberam atenção e carinho especial para tornar este processo mais fácil de ser superado.
Neste período aos poucos as crianças foram adaptando-se a nova rotina e participaram de diferentes propostas de aprendizagem como: passeios, histórias, música e dança, brincadeiras, etc. Demonstraram disposição e curiosidade ao realizarem as propostas.

sábado, 27 de janeiro de 2018

História pra trabalhar mordidas na educação infantil

História: Mordida Não, Napoleão!

Trabalhar a questão das mordidas com as crianças exige paciência e dedicação.

O educador precisa estar sempre atento, manter o radar ligado e ensinar aos pequenos alternativas para expressar as suas frustrações. Conversar com o grupo sobre esse tema também ajuda. O Livro “Mordida não, Napoleão” fala de um menino que descobre a própria boca. Ao ser mordido pelo seu cachorro pequenino, percebe que a boca pode também machucar. A história sugere paradas ao longo do enredo com perguntas que colocam a turminha para pensar e falar a respeito. 











Atividades para trabalhar a questão da mordida.



TEMA: Beijinho Sim, Mordida Não!


PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA
EDUCAÇÃO INFANTIL
TURMA: 1 ano 
PROFESSORA: Lucinéia Paula
TEMA: Beijinho Sim, Mordida Não!
EIXO - ETI: Comunicação e Múltiplas Linguagens/ Identidade e Diversidade / Sustentabilidades e Protagonismo
CONTEÚDOS: Linguagem Oral e Escrita, artes visuais, música, movimento e natureza e sociedade. 
TEMPO DE DURAÇÃO: Duas semanas ou enquanto houver necessidade.

JUSTIFICATIVA: Esse sequência surgiu a partir do comportamento impulsivo das mordidas das crianças na turma de 1 ano. Observamos que na disputa de brinquedos, pessoas de seu convívio e na busca por novas sensações algumas crianças começaram a morder, bater e empurrar, situação que a cada dia está ficando mais difícil. Ai vem a nossa preocupação e pergunta; o que está acontecendo, e o que fazer? Vale lembrar que as crianças estão na fase oral, consequentemente estão aprendendo a exteriorizar suas angústias, medos, frustrações, anseios e descobertas. E são as mãos e os dentes que usam como instrumento de defesa para marcar, chamar a atenção, aliviar o stress e a irritação, até porque eles não conseguem expressar através da fala o que estão sentindo. Por isso pretendemos trabalhar de forma lúdica para melhorar essa situação que esta prejudicando bastante a turma.    

OBJETIVO GERAL: Construir um convívio onde as crianças percebam que morder dói e machuca o amiguinho!         

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
·        -  Aprender a conviver em grupo no espaço da instituição, criando bons hábitos e respeitar os combinados da turma;
·       -   Saber para que serve a boca e refletir sobre o que é certo e errado;
·        -  Aprender a dividir objetos, brinquedos e pessoas;
·         - Através da brincadeira promover a interação e afetividade;
·        -  Estimular a oralidade, a coordenação motora fina e expressão corporal;
·     - Atividades de manipulação de papel, como rasgar, amassar e fazer bolinhas com papel, tudo para aliviar a agressividade.

RECURSOS DIDÁTICOS:
·        Histórias sequenciada, revistas e jornais, ;
·         Espelho, durex;
·        Tinta guache pincéis e esponjas;
·        Papel 40k, papelão, tinta guache, cola branca, pincel;
·        Maquinas fotográfica Som, ;
·        Imagens de pessoas.

APRESENTAÇÃO OU INTRODUÇÃO: Na rodinha vamos apresentar uma boca grande e perguntar para as crianças para que serve a boca? Explicar que todos tem boca e que a boca serve para comer, tomar sorvete, morder maçã, melancia, carne... E o cachorro faz o que?  Cachorro morde? Aproveitar o momento e contar a história: “Mordida não, Napoleão!”

PRÁTICA 1 – Na rodinha contar a história, “Mordida não, Napoleão!” e conversar com as crianças sobre a história dando ênfase quem morde é cachorro, criança beijinho. Solicitar que as crianças deem beijinhos em si mesmas, jogue beijos para os colegas e façam um carinho. 

PRÁTICA 2 - Trabalhando com o espelho, na rodinha conversar com as crianças sobre a boca e apresentar para elas um espelho e pedir para que cada um observe sua boca no espelho. Após apresentar uma boca confeccionada com papelão, deixar as crianças manusear a boca observando o que tem dentro da boca, dentes? Língua? E para que servem? Conversar com as crianças sobre o que podemos fazer com nossa boca? A boca pode morder o que? Apresentar imagens de alimentos e lembrar as crianças do lema da sala, ”beijinho sim, mordida não!”

PRÁTICA 3 – Rasgadura de papel. Distribuir revistas e jornal para as crianças realizar rasgadura e confeccionar um bola de papel e brincar com a bola na caixa onde eles deveram encaixar a bola para que ela entre dentro da caixa, esvaziar a caixa e deixar que coloquem de novo, brincar enquanto houver  interesse.

PRÁTICA 4 – Confeccionar com a turma o mural da afetividade, com imagens de pessoas se abraçando, beijando ou fazendo carinho. Observar e conversar sobre as imagens. Deixar cartaz exposto na sala. Lembrar que mordidas jamais, apenas carinhos.,

PRÁTICA 5 - Brincadeira: Sai Piaba – Em circulo de pé cantar a música com as crianças:
“Sai sai sai o  piaba,
 saia da lagoa,
 põe uma mão na cabeça
e a outra na cintura
dá um remelexo no corpo, e um abraço no coleguinha... Repete a canção e diga: Dá um beijo no coleguinha... Dá aperto de mão no coleguinha... Dance com o coleguinha...

CULMINÂNCIA: Realizaremos um baile à fantasia com turma onde distribuiremos muitos beijinhos e abraços.

AVALIAÇÃO: 

REFERÊNCIAS:
·         http://www.tempodecreche.com.br/relacao/historia-mordida-nao-napoleao/

 ANEXOS:

CONTAÇÃO DE HISTÓRIA








                            
                                           MODELO DO CARTAZ 



OBS: A HISTÓRIA QUE FOI TRABALHADA  NESTA SEQUÊNCIA ESTA NO MEU BLOG.